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Preconceito

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Um dos maiores males...

Já se perguntou se esta crítica que faz de tudo não é um "cúmulo" de preconceito?
Hoje, o preconceito está presente em quase todos os momentos de nossa vida em sociedade. O que é uma crítica, quando fundamentada, acaba por virar 'pré-conceito' dentro dessa nossa vida, que recebe tudo pronto, que não está acostumada à pensar sobre as coisas... a "Era do Disk-pronto".


Sempre procure ser imparcial, ver os dois lados... compará-los, colocar-se no lugar...

Dê uma parada e pense:
O que conhecemos bem costumamos não julgarmos tanto quanto como o que desconhecemos... e isso é preconceito: 'julgar antes de conhecer'.


O lenhador e o lobo (autor desconhecido)

Existiu um lenhador, que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha. Só parava tarde da noite.

Esse lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses. Também tinha uma raposa, amiga sua, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.

Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites, ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.

Os vizinhos do lenhador o alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome, comeria a criança.

O lenhador sempre retrucava com os vizinhos que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.

Os vizinhos insistiam: "Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer o seu filho." Quando sentir fome, comerá o seu filho!"

Um dia, o lenhador, muito exausto do trabalho e cansado destes comentários, chegou em casa e viu a raposa sorrindo como sempre, mas com a boca toda ensangüentada...

O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa...

Desesperado, entrou no quarto do filho e encontrou a criança no berço, dormindo tranqüilamente. Ao lado do berço, uma cobra morta...

O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito. Siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar e não tome decisões precipitadas... Agora, para confiar, é preciso conhecer, é preciso conviver...

Julgamentos precipitados

Havia, numa aldeia, um velho muito pobre, que até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
-- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como posso vender uma pessoa, um amigo?

O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo. Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
-- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!
O velho disse: -- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?

As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco. Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E, não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
-- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção.
O velho disse: -- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... Quem poderá saber se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Se você lê uma única palavra de uma sentença, como poderá julgar todo o livro?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas, interiormente, sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo...

O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram:
-- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas e, na sua velhice, ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca.
O velho disse:
-- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos; mais que isso, nunca é dado.

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria. Elas vieram até o velho e disseram:
-- Você tinha razão, velho. Aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
-- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados à entrar para o exército e que meu filho não foi. Somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e nele crescer... Somente eles são capazes de caminhar com Deus.

Na próxima vez que você for tirar alguma conclusão sobre um assunto ou sobre uma pessoa, lembre-se desta mensagem.

Pense Bem


Não é engraçado como R$ 100 parece tanto quando o levamos à Igreja e tão pouco quando vamos ao shopping?

Não é engraçado como uma hora é tão longa quando servimos a Deus, mas tão curta quando assistimos um jogo de futebol?

Não é engraçado como duas horas na Igreja parecem mais longas do que quando assistimos um filme?

Não é engraçado como não achamos as palavras quando oramos, mas elas estão sempre na ponta da língua para conversarmos com um amigo?

Não é engraçado como ficamos excitados quando um jogo vai para a prorrogação, mas reclamamos quando o sermão dura mais que o normal?

Não é engraçado acharmos cansativo ler um capítulo da Bíblia, mas é fácil ler 100 paginas do último romance de sucesso?

Não é engraçado como queremos sempre as cadeiras da frente no teatro ou num só, mas sempre sentamos no fundo da Igreja?

Não é engraçado como precisamos de 2 ou 3 semanas de antecedência para agendar um compromisso na Igreja, mas para outros programas estamos sempre disponíveis?

Não é engraçado como temos dificuldade de aprender a evangelizar, e como é fácil aprender e contar a última fofoca?

Não é engraçado como acreditamos nos jornais, mas questionamos a Bíblia?

Não é engraçado como todo mundo quer ir para o céu desde que não tenha que acreditar, dizer ou fazer nada?

Não é engraçado como mandamos milhares de piadas pelo e-mail que se espalham como um incêndio, mas quando mandamos mensagens sobre o Senhor não reenviamos para ninguém?

NÃO É ENGRAÇADO? Você está rindo? Você está pensando?

Não é engraçado que quando você for dar um forward nesta mensagem você vai excluir um monte de gente que você acha que não acredita em nada?

Não é engraçado?

Não. É triste.


Autor Desconhecido

Numa poca em que um sorvete custava muito menos do que
hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou a uma mesa. Uma garonete colocou um copo de gua na frente dele. "Quanto custa um sundae?", ele perguntou. "50 centavos" - respondeu a garonete. O menino puxou as moedas do bolso e comeou a cont-las.
"Bem, quanto custa o sorvete simples?", ele perguntou.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garonete, perdendo a pacincia. "35 centavos", respondeu ela, de maneira brusca. O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:
"Eu vou querer, ento, o sorvete simples". A garonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garonete voltou, ela comeou a chorar medida em que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino no pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garonete.
Obs.: No feche os olhos paras as pequenas coisas do dia a
dia, no as ignore, porque voc pode estar deixando uma grande oportunidade passar sem perceber e esta oportunidade pode ser aquela que justamente iria mudar a sua vida.

Era uma vez uma moa que estava espera de seu vo, na sala de embarque de um grande Aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas pelo seu vo, resolveu comprar um livro para matar o tempo.
Comprou, tambm, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse
descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem tambm pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas no disse nada. Apenas pensou :
"Mas que cara de pau ! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco
no olho para que ele nunca mais esquecesse !!! "
A cada bolacha que ela pegava, o homem tambm pegava uma.
Aquilo a deixava to indignada que no conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:
"O que ser que este abusado vai fazer agora?"
Ento o homem dividiu a ltima bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah!!! Aquilo era demais !!!
Ela estava bufando de raiva ! Ento, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de
embarque.
Quando ela se sentou, confortvelmente, numa poltrona j no interior do avio, olhou dentro da bolsa para pegar uma bala, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava l... ainda intacto, fechadinho !!!
Ela sentiu tanta vergonha! S ento ela percebeu que a errada era ela, sempre to distrada! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da
sua bolsa...
O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E j no havia mais tempo para se explicar... nem para pedir desculpas...